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Futebol
Antevisão do treinador ao desafio com o Tondela, na 13.ª jornada da Liga NOS.
07 janeiro 2021, 15h11
Jorge Jesus
No Benfica Campus, o técnico levantou o véu sobre a postura que espera por parte do opositor; revelou que João Ferreira e Gonçalo Ramos podem estar entre os eleitos; garantiu que a equipa está pronta para um janeiro carregado de jogos; e sublinhou a sua ambição e a da equipa que lidera...
Que resposta espera que o Benfica dê em relação ao último jogo [com o Santa Clara]? Sente que a equipa pode dar uma boa resposta, olhando para as boas exibições que a equipa já teve nesta época?
A resposta é sempre a mesma: ganhar. O Tondela já demonstrou qualidade noutros estádios, como no do nosso rival [FC Porto], onde marcou três golos. É um adversário que temos de olhar com respeito, mas queremos voltar às vitórias. Nos últimos cinco jogos, ganhámos quatro e empatámos com o Santa Clara. O que vai acontecer no jogo? O que acontece normalmente quando o Benfica joga em casa e fora: uma equipa com uma estratégia defensiva e a tentar surpreender no contragolpe e na bola parada, e o Benfica tem de ser melhor do que o adversário em todos os momentos do jogo, impor-se e ganhar. Se pudermos ganhar com nota artística, melhor, porque no Benfica só ganhar não chega. É isto que pretendemos fazer e é para isso que trabalhamos durante a semana, quando temos tempo para treinar.
As equipas que estão em várias competições vão enfrentar um mês de janeiro complicado, com muitos jogos. Como sente a equipa em termos físicos e mentais?
A calendarização está aí e não a podemos negar. Temos de estar preparados para ela. Este é um mês com muitos jogos. É bom, é sinal que estamos em todas as competições e que temos vários objetivos para conquistar. Agora, é diferente estar no mesmo clube há quatro anos ou há quatro meses, porque as ideias que temos não são apreendidas da mesma maneira do que seriam se trabalhássemos com a equipa há mais tempo. [Muitos jogos] São fatores que não nos incomodam.
Mesmo com a ausência de adeptos nos estádios, sente que há uma pressão maior sobre si, tendo em conta a expectativa colocada no início da época?
Fazem falta os adeptos ao Benfica. Não só ao Benfica, mas principalmente ao Benfica. Todos os grandes clubes são-no porque têm uma grande massa adepta. Não é por acaso que o Benfica é um grande clube. Tem um grande historial desportivo, mas também pela massa adepta que faz com que ganhe títulos. Sentimos falta dos adeptos no estádio, mas não sinto pressão nenhuma. A pressão é que todos os dias – jogadores e treinador – temos de justificar. Mas a minha carreira não deixa dúvidas para que me coloquem pressão. Se cometemos erros e temos de melhorar? Não há dúvida! Pressão de resultados? Faz parte da carreira de um treinador. Pressão de competências? Essa nunca mais vou ter.
Para além do coronavírus, que outro vírus pode estar a afetar o rendimento da equipa ao nível da tranquilidade e da segurança? Consegue identificar?
Está a dizer que a equipa não está tranquila e segura? Estamos a falar de resultados… Se contabilizarmos os últimos cinco jogos do campeonato, a equipa ganhou quatro e empatou um. Não está intranquila. Agora, se estou satisfeito? Não! Nada! Sabe porquê? Porque quero recuperar o 1.º lugar. Estamos há sete jornadas fora do 1.º lugar e já estou cansado de não estar lá. Nas primeiras cinco jornadas, o Benfica ganhou e esteve em 1.º. Trabalhamos para voltar a esse lugar e confiamos na nossa equipa. Eu, particularmente, confio no treinador que sou. Não sou o treinador que chegou ao Benfica há 10 anos. Nessa altura, o Benfica fez de mim um treinador melhor, mas agora tenho outros argumentos. Os que dizem que não sou o mesmo… Não sou o mesmo, não, até tenho mais rugas. Agora, essa conversa da treta e essas especulações... valem zero! O que importa é continuarmos na recuperação rumo ao 1.º lugar e chegar a maio e sermos campeões. Esse é o grande objetivo do Benfica, e meu. Por isso é que regressei a Portugal.
Nesta semana, antigos jogadores do Clube, como José Augusto e Toni, deixaram críticas. Considera-as justas ou ficou magoado?
Não vou responder. Como treinador do Benfica não vou responder a críticas que me façam. Sei perfeitamente qual é o sentido crítico que as pessoas possam ter. Já disse isto e volto a dizer: em Portugal, há o jogo dentro do campo e fora dele. A especulação, numa intenção de destabilizar, é normal em Portugal. Isso não me perturba. São opiniões que as pessoas têm. Não vou responder a opiniões de outras pessoas. Uma coisa é responder aos jornalistas – que fazem parte do que é o futebol – sobre o jogo, podendo ou não estar de acordo; outra coisa é responder a pessoas fora do futebol. Que fiquem com a opinião deles.
Ainda sobre as críticas que surgiram durante a semana, em que apontaram falta de intensidade e de velocidade à equipa... Não o preocupa que seja essa a perceção que os adeptos tenham?
Preocupa-me, sim. Ao nível de resultados isso não se coloca. Nos últimos cinco jogos, ganhámos quatro e empatámos um. Estamos a falar disto porque empatámos com o Santa Clara, se não empatássemos, não se falava nisto. A minha insatisfação é não estar em 1.º lugar e não estar a jogar como já jogámos no início do campeonato. E a dos adeptos deve ser igual. Tenho de responder ao Presidente do Benfica, ao diretor-geral do Benfica… deixem-se de especulações e falem de futebol.
Tendo em conta as recentes exibições da equipa, equaciona apostar, de uma assentada, em João Ferreira ou Gonçalo Ramos neste jogo com o Tondela?
Posso responder, mas têm de estar mais atentos. O João Ferreira e o Gonçalo Ramos estavam com COVID-19. Estão a treinar há dois dias. Se podem ser convocados? Podem. Mas o problema dos atletas que estiveram infetados não é só estarem 10/11 dias sem treinar, é o pós-COVID-19. Demoram algum tempo a recuperar.
Texto: Marco Rebelo
Fotos: Tânia Paulo / SL Benfica
Última atualização: 26 de novembro de 2024