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Futebol
Treinador falou do que encontrou neste regresso ao Clube, numa entrevista a Cristina Ferreira.
23 setembro 2020, 20h44
Jorge Jesus foi entrevistado por Cristina Ferreira
Entre vários outros temas, o técnico de 66 anos recordou o seu percurso profissional, falou sobre a paixão que o liga ao futebol e emocionou-se quando foi surpreendido por mensagens de vídeo de amigos e familiares.
"Houve vários fatores que contribuíram para o meu regresso. A pandemia, sim, e o projeto que o Presidente do Benfica me expôs. Trabalhei seis anos com ele, é o Presidente que mais tempo trabalhou comigo, é o que melhor me conhece, e eu também o conheço muito bem. O projeto que tem para o Benfica é ambicioso, vencedor, para mudar o paradigma desportivo da última época. Só ele é que me poderia convencer a vir. Na minha cabeça estava continuar pelo menos mais um ano no Brasil. Com o regresso, também posso ser um suporte para a minha família neste tempo de pandemia."
"Muitas vezes os jogadores dizem 'este treinador é um paizão'. Mas os jogadores não me tratam assim. Eu não sou um 'paizão', sou um treinador. Tenho uma forma de trabalhar e de exigir que por vezes toca algumas suscetibilidades, mas também entendo que tenho uma forma de comunicar que eles percebem. Quando exijo é porque quero o melhor deles, o bem deles. O meu maior orgulho é ver o que dizem os jogadores que passaram por mim: 'Este é diferente, não tem nada a ver com os outros'... Mas não sou diferente pela conversa; sou diferente porque a minha forma de trabalhar é diferente."
"PROJETO QUE O PRESIDENTE TEM PARA O BENFICA É AMBICIOSO E VENCEDOR"
"Quando cheguei ao Benfica [em 2009/10] o clube era uma coisa. Saí ao fim de seis anos e o Benfica já era outra coisa em termos desportivos, e depois continuou hegemónico, conquistando mais títulos com Rui Vitória e Bruno Lage. O Benfica mudou a hegemonia, que era do FC Porto. E cheguei agora, depois de o Clube perder o Campeonato, a conquista mais importante para os adeptos, e encontrei um Benfica completamente diferente, para muito melhor. As condições de trabalho que tem, no Seixal e no Estádio da Luz (aquele espaço privado para os jogadores e para as suas famílias, antes e depois do jogo...), são únicas. Duvido que alguma equipa do mundo tenha esta qualidade. Tudo isto tem de ser enaltecido, porque é trabalho de muita gente da equipa do Presidente."
"[No começo das conversações com Luís Filipe Vieira] Quis só um ano de contrato porque não queria que as pessoas pensassem que eu vinha para Portugal para me reformar. O Presidente queria dar-me quatro anos. Eu disse que não queria quatro, apenas um. Então ele convenceu-me a assinar por dois anos, porque o projeto na Europa não passa por um ano. Não se consegue fazer uma equipa para essas exigências apenas num ano."
"Quando temos amor e paixão pelo que fazemos, a idade não conta. Tenho tanta vontade de vencer agora como quando comecei a carreira. Eu adoro o que faço e o prazer é sempre maior do que qualquer problema que nos possa desmotivar."
"Depois de os jogadores acabarem o treino, eu faço o meu treino com a minha equipa técnica. É muito importante, para mim, treinar todos os dias, preciso de soltar a adrenalina… Nas vésperas do jogo ainda mais, preciso de chegar a cada jogo com o nível de adrenalina mais baixo."
"O Benfica deu-me o meu primeiro título nacional, que era o meu grande objetivo quando cheguei no Clube em 2009/10 (…) Agora, faltam-me ganhar uma Champions, um Campeonato do Mundo… A ambição, neste momento, é que o projeto no Benfica possa consolidar uma equipa que chegue a finais e que faça jus à história do Clube."
Texto: Filipa Fernandes Garcia e João Sanches
Última atualização: 21 de março de 2024