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Futebol
O treinador do Benfica vai analisar o clássico e olhar para a deslocação ao Alto Minho com um só objetivo: obter os três pontos.
24 agosto 2019, 22h49
Bruno Lage
“Acaba por ser uma vitória justa do FC Porto, porque marcou dois golos e nós não. Muito por culpa própria. Forte pressão inicial do FC Porto, estávamos à espera disso. Tentámos colocar muitas bolas em profundidade, bolas pelo ar, o jogo foi para isso e nós não temos hipóteses, porque [o FC Porto] tem dois centrais muito fortes no jogo aéreo, dois avançados muito fortes a ganhar a primeira e segunda bolas. Não tivemos capacidade de colocar a bola no chão, sair com mais critério na construção para ligar o jogo entrelinhas. Tentámos corrigir e começámos a melhorar com a entrada do Adel [Taarabt]. Tivemos mais qualidade, mas no último terço abusámos do passe vertical, com os nossos avançados a sofrerem marcação cerrada. Na segunda parte fomos crescendo, até que numa transição em que o Chiquinho já estava em dificuldade somos apanhados desprevenidos e o FC Porto fez mais um golo.”
“Às vezes as pessoas perguntam por que é que temos dois médios-centro. É para projetarmos os laterais em profundidade. Chegámos a ter seis homens à frente da linha de bola. Temos de ter algum equilíbrio e por isso jogamos com os dois médios. Tivemos dificuldade na construção e faltou-nos paciência. O primeiro golo do FC Porto é obtido com alguma felicidade. A bola bate no Rúben, sobra e Zé Luís marca. A nossa segunda parte foi mais próxima do que costumamos fazer. Encostámos o FC Porto à área com alguns cruzamentos, mas não tivemos o volume de jogo que costumamos ter.”
“A ideia foi deixar de ter dois médios paralelos aos centrais na construção, tendo o Taarabt noutra linha. Tivemos maior posse de bola e com qualidade; a entrada do Chiquinho foi para termos mais movimentos interiores, nomeadamente na direita. Depois arriscámos tudo com o Vinícius e o Seferovic na frente, por forma a chegarmos mais perto da baliza adversária. Conseguimos, criámos mais volume de jogo e com qualidade. Sinto que fomos superiores na segunda parte.”
“Sabíamos que tínhamos um início de época complicado. Jogámos com o Sporting, Paços de Ferreira, que foi o campeão da II Liga, Belenenses SAD num campo difícil, FC Porto e agora vamos ao campo do SC Braga. Preparámo-nos para isso. O nosso caminho é olhar para o que fizemos e preparar o jogo seguinte. Será difícil, mas certamente vamos fazer um grande jogo.”
“A única dúvida que tínhamos era se entrava o Romário Baró ou o Otávio. O FC Porto já tinha jogado assim com o Krasnodar na Rússia e voltou a fazê-lo com o V. Setúbal. Acabámos por levar o jogo para as questões mais físicas e aí o FC Porto é mais forte. Mudámos e nos últimos 20/25 minutos o Benfica esteve mais fresco e o FC Porto mais cansado.”
“As comparações… Tivemos cinco semanas de férias. A época passada fechou e agora temos de fazer algo de novo, porque há jogadores que saem e outros que entram. Temos de olhar para as características dos nossos jogadores, pois são eles que nos dão o que vai ser a nossa dinâmica. A nossa transição defensiva não é tão forte? Certo, porque perdemos um jogador. O Gabriel é muito forte na transição defensiva; em dois/três passos chega forte ao adversário e condiciona a sua saída. Só pela saída deste jogador e entrada de outros temos outra forma de jogar. As avaliações coletivas dependem das características dos jogadores e do que eles oferecem ao coletivo. O importante é percebermos o que temos de fazer para sermos competentes e isso parte do nosso trabalho. O que eu disse ao intervalo aos nossos jogadores foi: ‘se continuarmos a insistir neste jogo que nunca nos levou a lado nenhum, perdemos; vamos à procura do nosso jogo, vamos para cima deles’. Os jogadores correram muito.”
“Acha que é com uma derrota que mudo uma forma de trabalhar de oito meses? A minha forma de trabalhar é muito simples: analisar um jogo, preparar a equipa e o jogo seguinte [com o SC Braga]. Agora vamos ter um adversário difícil, vamos treinar muito bem e prepará-lo da melhor forma para vencer. Vou analisar a lesão do Chiquinho, temos mais uma semana para o André Almeida se preparar da melhor forma, esperar pelo Gedson e pelo David Tavares… Temos sempre de evoluir.”
“Faço uma substituição aos 45 minutos, outra perto dos 60/65 minutos e outra a 10 minutos do fim. Acabámos o jogo com um médio, o Chiquinho a jogar entrelinhas, dois pontas de lança e apenas três homens no equilíbrio. Não vou mudar a pensar nos outros. Às vezes, arriscamos demais. Não me arrependo de nada. O miúdo [Nuno Tavares] esteve bem com o Sporting, com o Paços de Ferreira (em que marcou), com o Belenenses SAD. Acha que foi por ele que perdemos? Temos de dar valor ao miúdo, que vai fazer uma grande carreira neste Clube. Comigo ninguém cai.”
Texto: Marco Rebelo
Fotos: Isabel Cutileiro e Cátia Luís / SL Benfica
Última atualização: 21 de março de 2024