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Futebol
O Benfica resistiu a todas as adversidades em Atenas e ganhou no terreno do AEK por 2-3 na 2.ª jornada do Grupo E da Liga dos Campeões.
02 outubro 2018, 22h55
Alfa Semedo e Gedson no festejo do 2-3
Sobre o terreno de jogo, o Benfica reafirmou na fase inicial da partida os intentos que o guiavam nesta deslocação à Grécia. Depois de Conti ter cabeceado com perigo, para defesa do guarda-redes Barkas, na sequência de um canto batido à esquerda por Pizzi, as águias trabalharam um ataque pela ala canhota, cabendo a Grimaldo o cruzamento. No desenvolvimento da investida, a bola chegou ao corredor central e ficou "a pedir" um remate, que Gedson efetuou com força. O guardião da casa sacudiu para a frente e Seferovic, bem posicionado, foi competente na recarga. Aos 6', o internacional suíço inaugurava o marcador e assinava o golo 100 das águias na fase de grupos da Liga dos Campeões.
A equipa benfiquista sobrepunha-se e criava novas oportunidades para ampliar o diferencial. Aos 10', Pizzi executou um canto à esquerda, Fejsa saltou mais alto na área e cabeceou em busca do 0-2, mas Barkas conseguiu safar o AEK e afastar a bola para canto.
Com ideias ofensivas bem definidas, os encarnados variavam a circulação de bola, davam-lhe largura e depois procuravam hipóteses de finalização dentro da área. De um cruzamento de Pizzi na direita resultou o 0-2 aos 15', com Grimaldo a escapar à marcação e a esgueirar-se para o toque final.
O AEK esboçou reação num tiro de Hult na esquerda, mas Odysseas parou-o. No lance seguinte, o Benfica espreitou o 0-3 aos 26' pelo pé direito de Pizzi, mas o remate cortado, arrancado a partir da esquerda, passou a rasar o poste. Barkas bem se estirou, mas não chegaria lá.
A partir da meia hora de jogo, a equipa grega começou a descobrir caminhos, a chegar à área do Benfica e a criar dificuldades a Odysseas e seus pares. Sobre o fecho do primeiro tempo, o guarda-redes encarnado voou para o seu lado esquerdo e com a luva direita deu uma sapatada no esférico, evitando que a bola chutada por Bakasetas atingisse as redes.
Ao quarto minuto do tempo de compensação, a pior notícia para o conjunto benfiquista no primeiro tempo: após disputa de bola com Ezequiel Ponce, Rúben Dias foi punido com segundo cartão amarelo e recebeu ordem de expulsão do israelita Orel Grinfeld, que impôs um critério disciplinar muito apertado.
Reduzido a dez unidades, o Benfica regressou para a segunda parte com Lema ao lado de Conti no centro da defesa – Salvio, o sacrificado, ficou nas cabinas, derivando Pizzi para a direita do meio-campo. Os instantes iniciais deste período do desafio do encontro foram difíceis para os encarnados, com o AEK a pressionar à frente e a forçar entradas na área, forçando Odysseas a mostrar todo o seu talento.
O campeão grego reduziu aos 53' e empatou (2-2) aos 63', com Klonaridis a apontar os dois golos. Nesta fase já as águias tinham Alfa Semedo no miolo (rendeu Pizzi aos 62', virando Gedson para a direita) e, com o resultado empatado, houve músculo e cérebro para ainda fazer mais e melhor em Atenas.
Aos 74', o Benfica disparou para o 2-3 numa corrida imparável de Alfa Semedo pelo centro do terreno que teve como ponto alto um corajoso e decidido pontapé com a bota direita, fazendo a bola entrar junto ao poste esquerdo. Este golo deu energia à equipa e desmoralizou o adversário. Inteligente na gestão dos últimos minutos, o conjunto liderado por Rui Vitória soube conservar a vantagem e somar três pontos na Grécia.
Texto: João Sanches
Fotos: Isabel Cutileiro / SL Benfica
Última atualização: 21 de março de 2024