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Hóquei em Patins
A equipa de hóquei em patins do Benfica chegou a Lisboa ao início da tarde de domingo e na bagagem transportava o troféu ganho na final da Taça Intercontinental disputada na véspera em Espanha frente em Reus (3-5).
17 dezembro 2017, 17h00
Equipa de hóquei em patins do Benfica de regresso a Lisboa com o troféu
“Foi um feito importante. Esta equipa já nos habituou a grandes feitos. Parabéns a toda a equipa técnica e aos jogadores que estiveram em Espanha a disputar a final e tão bem se comportaram”, afirmou o vice-presidente Domingos Almeida Lima, em declarações à BTV.
O treinador Pedro Nunes dedicou o sucesso “à família, aos amigos” e àqueles que privam com a equipa diariamente.
“É uma conquista do Benfica, de um todo personificado no nosso presidente, a quem agradeço todas as condições de trabalho que nos possibilita. Mas depois há um conjunto de pessoas que nos permitem desenvolver o nosso trabalho, sermos competentes e termos conquistas. Para além desses, os nossos adeptos: jogamos para eles, vencemos por eles e nunca nos cansaremos de ganhar. Esta equipa revela aquilo que personifica o Benfica no seu todo: um total inconformismo. Após uma conquista, há que pensar noutra”, salientou o técnico.
“Foi uma viagem que valeu a pena. Conseguimos trazer aquele que era o nosso grande objetivo, numa prova bem organizada e bem estruturada, que dignificou a modalidade”, destacou Pedro Nunes.
“Era preciso ter em conta que estávamos a jogar contra o campeão europeu, praticamente a jogar em casa, com um público adverso e alguma arbitragem claramente caseira. A organização da nossa equipa, a força mental que tivemos do primeiro ao último minuto, termos acreditado sempre no nosso plano e na nossa ideia de jogo, não termos entrado em desespero… tudo isso traduziu o resultado final. É uma vitória que sabe muito bem”, valorizou o treinador do Benfica.
“Há que desfrutar deste domingo e depois preparar a Oliveirense, que é o jogo onde estamos agora focados. É sempre bom trabalhar sobre vitórias e sobre uma conquista destas, mas a nossa vida – de treinadores e jogadores – é feita de permanentes recomeços, sempre com enorme sentido de responsabilidade e ambição que caracterizam este Benfica”, lembrou o responsável técnico.
Autor de quatro golos, Jordi Adroher destacou-se na finalização no jogo em que se decidiu o título mundial.
“Estamos muito felizes. Fizemos uma final muito completa, um excelente jogo e ganhámos, que era o que queríamos. Tivemos eficácia, que era o que buscávamos, e estamos de parabéns. Foi uma partida muito equilibrada. Uma das chaves do sucesso foi a paciência que tivemos. Trabalhámos o jogo, seguimos o plano que tínhamos elaborado e acabou por dar os seus frutos e demos a volta ao marcador”, destacou o espanhol.
“Este título vai dar-nos mais confiança para os jogos difíceis que temos agora, começando já pelo de quarta-feira com a Oliveirense. Vai ser um jogo muito complicado”, frisou Adroher.
O capitão Valter Neves também marcou no triunfo por 3-5 em Reus, assinalando que a equipa “deu a volta ao resultado na hora certa”. “Ganhar tem sempre um ótimo sabor. Depois de dois jogos bastante complicados, conseguimos neste último jogo manter um certo nível de estabilidade e dar a volta ao resultado na altura certa. Foi importante estarmos coesos em toda a partida”, indicou.
“Uma alegria enorme”, acrescentou Carlos Nicolía, descrevendo o sentimento que envolvia o coletivo no fim do encontro. “Fomos a Reus com o objetivo de ganhar. Fomos superiores em cada momento. Estou muito contente. Dão-nos todas as condições para ganhar. Agora é momento de pensar no próximo jogo. Um clube grande como o Benfica tem de estar em todas as frentes”, sublinhou o argentino.
“A jogar assim, somos candidatos a tudo”, enfatizou, por sua vez, Guillem Trabal. “Fazia tempo que não via a equipa num jogo tão importante a jogar tão bem”, completou o guarda-redes nascido em Les Masies de Voltregà, na província de Barcelona.
“Foi uma excelente exibição do princípio ao fim”, sintetizou João Rodrigues.
Já o jovem Vieirinha, que teve oportunidade de alinhar, realçou justamente que se sentiu “muito bem” para ajudar a equipa. “Foi uma escolha do treinador. Transmitiu-me confiança. É muito bom poder ajudar a equipa a conquistar troféus”, apontou.
Diogo Rafael magoou-se na meia-final ganha (7-4) ao Andes Talleres, mas ainda se recompôs a tempo de ajudar na decisão. “Com aquilo que pude fazer, espero que tenha contribuído. Parabéns a toda a equipa pelo esforço e por mais uma conquista”, valorizou o atleta.
“Qualquer jogador quer sentir isto”, soltou Pedro Henriques. “O hóquei merecia ter o pavilhão cheio, foi um grande espetáculo. Recordarei este momento para sempre”, assegurou o guarda-redes.
Miguel Rocha lembrou que o Benfica ganhou o direito a lutar pela Taça Intercontinental aquando da conquista da Liga Europeia “Fazer história pelo Benfica é sempre gratificante”, declarou o camisola 44.
Já para Tiago Rafael, esta conquista “é uma mais-valia”. “Arrecadámos mais um troféu para o Museu Benfica – Cosme Damião, o que só nos dá mais confiança”, garantiu.
Texto: Filipa Fernandes Garcia, João Sanches e Sónia Antunes
Última atualização: 21 de março de 2024