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Mais exigência no VAR
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O Sport Lisboa e Benfica tem pautado a sua postura pelo
contributo, servindo de exemplo, para um ambiente mais
respirável no futebol português, seja na relação entre
clubes, seja no respeito pelas instituições que têm um
papel ativo na organização das competições.
O Benfica tem sido particularmente empenhado, ao
contrário de outros, em fomentar um ambiente mais sadio,
promovendo e respeitando valores como a elevação, a
dignidade e o respeito por todos os adversários e
entidades.
Espera-se, dos vários intervenientes, que haja
reciprocidade, pois é a valorização do futebol português
no seu todo que está em causa.
No entanto, os erros acumulam-se e, ontem, no Dragão, a
lista, já longa, aumentou ainda mais. É inconcebível que
a ilegalidade no lance do primeiro golo portista não
tenha sido comunicada pelo videoárbitro. A bola foi
dominada com o braço esquerdo e, apesar da possibilidade
de se socorrer a imagens de inúmeros ângulos, nada foi
feito. E depois, na segunda parte, ocorreu a falta
evidente sobre Everton na área portista que,
aparentemente, nem sequer mereceu uma análise cuidada de
quem tem por missão auxiliar, com recurso à tecnologia,
a difícil tarefa de ajuizar lances no relvado.
Temos de ser mais exigentes na utilização da
vídeoarbitragem, para que lances capitais não passem
despercebidos, o que é incompreensível quando tal se
verifica.
Como é possível que o árbitro não tenha sido chamado
para analisar os lances do primeiro golo portista e da
grande penalidade sobre Everton? Já no jogo da semana
passada houve um golo anulado a Darwin por 4
centímetros, ficando para muitos a dúvida se o frame
utilizado era o correto. Da mesma maneira que o pisão de
que Darwin foi vítima também não mereceu qualquer
análise.
De resto, a arbitragem no jogo, obviamente influente no
resultado pelo acima exposto, pecou ainda por critérios
díspares na admoestação de cartões amarelos. Não
criticamos o duplo amarelo a André Almeida, numa partida
em que o nosso capitão passou a ser, a par de João
Vieira Pinto, o 30.º futebolista com mais jogos oficiais
pelo Benfica (301), mas somos então obrigados a relevar
que outros lances houve, protagonizados por jogadores
adversários, que não mereceram o mesmo rigor.
Acrescente-se que os erros flagrantes de ontem são
acompanhados hoje por uma tremenda falta de honestidade
intelectual por parte de alguns analistas de arbitragem
da nossa praça, os mesmos de sempre, mas isso é algo a
que também já estamos habituados e já ninguém espera que
dali venha algo melhor do que a mediocridade.
A nossa equipa, pela atitude e pelo que fez em campo,
poderia ter conquistado outro resultado. Mesmo reduzida
a dez jogadores, nunca deixou de lutar e criou
oportunidades para anular a desvantagem.
Quanto às contas do Campeonato, a situação está difícil,
mas longe de resolvida. Em cada jornada, temos a
obrigatoriedade de tudo fazer para vencer e tentar
reduzir distâncias.
A próxima jornada será disputada na Luz, com o Paços de
Ferreira, dia 9 de janeiro.
Terminamos com o desejo de um bom ano para todos e que
os Benfiquistas possam celebrar muitos títulos do nosso
querido Clube.
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